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terça-feira

Afogamento de crianças

A água (para além de essencial à vida) é um elemento lúdico, de prazer e descoberta, que desperta a curiosidade natural da criança, desde muito cedo. Além do mais (não obstante os benefícios para o desenvolvimento físico e emocional, do envolvimento da criança com a água) a falta de consciência do perigo na criança pequena, coloca-a numa posição vulnerável, que não devemos nem podemos descurar.
É melhor prevenir do que remediar, como diz o velho dito popular, portanto, dicas de segurança nunca são em excesso. Aprender a nadar é essencial, mas não é a garantia de que a criança nunca se afogará. Boa parte das crianças que se afogam em piscinas, está em casa sob o cuidado dos pais. Um mero descuido basta para que ocorra um afogamento.
O afogamento pode ocorrer em locais como piscinas, rios, lagos, mar, etc.No entanto, as crianças podem afogar-se em apenas 2,5 cm de profundidade, principalmente os mais pequeninos. Ou seja, elas correm o risco de se afogar também em piscinas infantis, banheiras, baldes, sanitas, entre outros locais considerados rasos.

Dicas de Segurança:
  • Nunca deixe a criança sózinha dentro ou próxima da água, mesmo em lugares considerados rasos.
  • Mantenha baldes, recipientes e piscinas infantis vazios. Guarde-os sempre virados para baixo e fora do alcance das crianças.
  • Feche sempre a tampa da sanita e tranque a porta da casa de banho.
  • Saiba quais os amigos que têm piscina em casa e quando seu filho for visitá-los, certifique-se de que será supervisionado por um adulto enquanto brinca na água.
  • Alarmes e capas de piscina garantem mais protecção, mas não eliminam o risco de acidentes.
  • Não permita que a criança nade sozinha, é muito perigoso.
  • Vista sempre na criança um colete de segurança aprovado pela normas regulamentadas de segurança, quando ela estiver participando de desportos aquáticos ou a brincar na praia ou piscinas.
  • Supervisione as crianças mesmo quando a piscina estiver coberta.
  • As bóias de braços não oferecem segurança. Podem-se desinflar, podem sair dos braços da criança ou esta retirá-las.
  • Atenção nunca é demais. Quem ama, cuida!!!!!!!
  • Ao deixar a criança na banheira para pegar uma toalha - cerca de 10 segundos são suficientes para que a criança dentro da banheira fique submersa.
  • Ao atender ao telefone - apenas 2 minutos são suficientes para que a criança submersa na banheira perca a consciência.
  • Sair para atender a porta da frente - uma criança submersa na banheira ou na piscina, entre 4 a 6 minutos, pode ficar com danos permanentes no cérebro.

Pode obter mais informações sobre este e outros assuntos relacionados com segurança infantil na APSI

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